Um blog que veio dar continuidade ao Brilho dos Anjos onde relatei a minha passagem pelo cancro da mama
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Nelinha
Deixei escapar o dia 7 de Outubro :( um dia muito importante para mim e o Kim. O dia em que a nossa Nelinha veio viver connosco, já passaram 3 anos e nunca nos arrependemos de a ter trazido, muito pelo contrário.
É uma doçura de cadelinha. Meiguinha, educada, asseada tem tudo que se pretende num 4 patas é a nossa filhota :) deixo aqui uma foto dela
É uma doçura de cadelinha. Meiguinha, educada, asseada tem tudo que se pretende num 4 patas é a nossa filhota :) deixo aqui uma foto dela
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Dia Mundial do Animal

O Dia Mundial do Animal celebra-se anualmente a 04 de Outubro.
A data foi escolhida em 1931 durante uma convenção de ecologistas em Florença. A escolha teve em conta o facto do dia 4 de Outubro ser o dia de São Francisco de Assis, o santo padroeiro dos animais.
O Dia Mundial do Animal é celebrado em várias países, através de várias eventos e iniciativas.
Os principais objetivos da celebração do Dia Mundial do Animal são:
- Sensibilizar a população para a necessidade de proteger os animais e a preservação de todas as espécies;
- Mostrar a importância dos animais na vida das pessoas;
- Celebrar a vida animal em todas as suas vertentes.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Hoje, sonhei contigo!
Sei que foi a noite toda ainda que tivesse algumas interrupções,
Sempre que voltava a adormecer ali estavas...Eras tão real, com saúde, a andares, a passear...
Lembro-me do teu sorriso,
da tua garra de viver,
da tua alegria!
Á muito tempo que não me acontecia...
as memórias que ficaram foram as menos boas,
as que te fizeram sofrer, e os útimos dias.
Um olhar perdido...não sei onde estavas...
só sei que me ouvias.
Disso tenho a certeza!
E, de tanta coisa boas que vivemos, fica mais presente
as que me fazem sofrer!Porquê?
Porque não recordo as alegrias?
Os bons momentos?
Hoje sim, conseguí ver-te como eras.
Sim ,como eras ...porque nos últimos sete anos
não vivias...existias!
E mais por nós do que por ti, lembro de guardares
sempre um brilhinho no olhar para eu acreditar que
estava tudo bem, de saber que ali junto de ti, eras
o meu porto de abrigo.
Quando alguma coisa não corria como devia
era na tua voz que ouvia: Lina vai ficar tudo bem!
Estive sempre presente mas...fico sempre a pensar
que podia ter feito melhor?
Que podia ter aproveitado mais o tempo, que te
restava aqui na Terra. junto de mim!
Mas...hoje eu sonhei contigo!
Ficam as saudades...
Adoro-te!
Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...Saudades Mãe...
5 anos Mãe...
A UM AUSENTE
Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.
Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?
Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.
Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Por estas e outras é que AMO animais
Cadela Lilica enfrenta perigos de rodovia para alimentar outros animais
Em meio à sucata de um ferro velho, em São Carlos (SP), descansa um exemplo de solidariedade. A cadela Lilica mora no local e divide o espaço com um cão, um gato, um galo, uma galinha e até uma mula. Todas as noites, os bichos têm o jantar garantido porque Lilica faz a parte dela.
Quando a tarde vai embora, a cadela cumpre r
igorosamente uma missão. O destino é casa da professora Lúcia Helena de Souza, que cria 13 cachorros e 30 gatos, todos recolhidos da rua. Depois de servir o jantar da turma, a professora prepara uma marmita para Lilica.
O encontro é pontual, ocorre sempre por volta das 21h30. A cadela mata a fome, pega a sacolinha com o alimento separado pela professora e segue de volta ao ferro velho. São dois quilômetros de caminhada na lateral de uma estrada bem movimentada.
A catadora Neile Vânia Antonio, que encontrou Lilica abandonada ainda filhote na porta do ferro velho, pega a sacola e abre para todos os bichos do local comerem. O que sobra fica para o café da manhã. A história se repete todos os dias, há três anos.
Dona Neile diz que desde que viu a cadela pela primeira vez percebeu que ela era diferente. “A gente que é humano não faz isso. Algumas pessoas até escondem e não querem dividir o que tem. Ela não, Lilica é um animal excepcional”, afirma.
Matéria completa (G1) - http://agroba.se/Sz9QqK
Foto: Reprodução/EPTV
O encontro é pontual, ocorre sempre por volta das 21h30. A cadela mata a fome, pega a sacolinha com o alimento separado pela professora e segue de volta ao ferro velho. São dois quilômetros de caminhada na lateral de uma estrada bem movimentada.
A catadora Neile Vânia Antonio, que encontrou Lilica abandonada ainda filhote na porta do ferro velho, pega a sacola e abre para todos os bichos do local comerem. O que sobra fica para o café da manhã. A história se repete todos os dias, há três anos.
Dona Neile diz que desde que viu a cadela pela primeira vez percebeu que ela era diferente. “A gente que é humano não faz isso. Algumas pessoas até escondem e não querem dividir o que tem. Ela não, Lilica é um animal excepcional”, afirma.
Matéria completa (G1) - http://agroba.se/Sz9QqK
Foto: Reprodução/EPTV
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