sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Bom fim de semana

Rosa Esperança na Gazeta das Caldas da Raínha

















No próximo mês de Novembro será representado nas Caldas o espectáculo Rosa Esperança, que tem como objectivo chamar a atenção para uma dura realidade que mata quatro mulheres por dia em Portugal – o cancro da mama. A actuação terá lugar no dia 6 de Novembro no grande auditório do CCC, pelas 21h30.


Inserido num projecto de teatro de pesquisa que interpreta e reinventa histórias de pessoas reais, Rosa Esperança conta com a participação de sete mulheres que, não sendo actrizes, decidiram expor a sua própria experiência de luta contra a doença e aceitaram o desafio de a partilhar com o público num palco.

Rosa Esperança é uma produção da Quem Não Tem Cão – Oficina de Artistas e conta com texto, encenação e concepção de Rui Germano. Simone de Oliveira participa em voz off.

O elenco integra a caldense Alda Caetano, que conseguiu ultrapassar esta doença. Neste espectáculo partilha o palco com Cacilda Germano, Carla Pedro, Cristina Vicente, Lucinda Almeida, Manuela Almeida, Manuela Matias, Cristina Jordão, José Manuel, Paulo Azevedo e mais de 20 figurantes.

O espectáculo tem o preço único de oito euros.



Natacha Narciso

nnarciso@gazetacaldas.com

Laboratórios podem salvar a fertilidade em casos de cancro
























Sociedade Portuguesa de Medicina de Reprodução quer laboratórios para preservação da fertilidade de mulheres com doenças oncológicas


Há médicos que ainda não alertam os pacientes para os riscos de infertilidade após tratamentos oncológicos e há falta de estruturas no Serviço Nacional de Saúde para responder às vítimas de doenças oncológicas que queiram assegurar a possibilidade de ser pais e mães no futuro. É com base nestas falhas que a Sociedade Portuguesa de Medicina de Reprodução (SPMR) defende a criação de laboratórios para preservação da fertilidade de quem é sujeito a tratamentos que podem conduzir à destruição das células reprodutoras.

"A criação de um ou dois laboratórios permitiria desenvolver mais e melhores técnicas de preservação das células e ajudar pessoas que têm uma doença grave, eventualmente maligna, cujo tratamento compromete o seu futuro reprodutor", explica o presidente da SPMR, Carlos Calhaz Jorge. "As células femininas já são congeláveis e existe uma série de outras técnicas. É necessário é haver uma estrutura para responder a curtíssimo prazo. É preciso que os médicos saibam para onde enviar os seus pacientes, em vez de serem os doentes a baterem de porta em porta", acrescenta.

A sugestão já foi "aflorada" com o Ministério da Saúde e, hoje, no Congresso Português de Medicina de Reprodução, em Lisboa, Calhaz Jorge vai voltar a focar o problema. "Tento convencer o ministério de que essa estrutura é inevitável numa altura em que tantas pessoas sobrevivem a doenças malignas. Seria um passo importante para o tratamento integral de doenças já de si muito agressivas", defende o responsável pela unidade de Medicina de Reprodução do Santa Maria.

Mário Sousa, especialista em Medicina de Reprodução do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, ainda conhece casos de pacientes que só na véspera de iniciarem os tratamentos oncológicos são alertados para o risco de esterilidade. O especialista garante andar "há anos a lutar nos hospitais e nos IPOS" para que sejam tomadas medidas para que pacientes em idade fértil possam preservar o seu esperma ou ovócitos. "O diagnóstico é feito meses antes do tratamento. Não há razão para que estas medidas de preservação da fertilidade não sejam logo tomadas", acusa o especialista.

Nos homens adultos, pode optar-se pelo congelamento de esperma, pois o sémen não transporta as células cancerígenas. No caso de rapazes em fase pré--puberdade, é possível a criopreservação do tecido testicular.

Embora as técnicas de preservação da fertilidade das mulheres sejam mais complexas, a criopreservação dos óvulos ou de parte do tecido ovárico pode ser eficaz em mulheres e adolescentes em idade fértil que enfrentem cancro da mama, leucemia ou linfomas, desde que seja feita antes do início dos tratamentos de quimioterapia e radioterapia.

As taxas de sucesso destes métodos são menores no sexo feminino e em pessoas com idade superior a 35 anos. O médico e investigador Daniel Serrão acredita que a menor incidência dessas doenças malignas em mulheres em idade fértil - só 3% dos cancros da mama, por exemplo, afectam mulheres com menos de 35 - tem levado ao adiamento de uma solução para o problema. "Era preciso haver casos que justificassem o investimento. Infelizmente os números mandam."

retirei do blog:http://quimio-gigi.blogspot.com/2010/10/laboratorios-podem-salvar-fertilidade.html
Retirado do blog:http://superglamorosas.blogspot.com/2010/10/hoje-jornal-rosa.html














Hoje o jornal Metro é Rosa, dedicado ao mês de Outubro, mês do cancro da mama.

Podem fazer o download integral do jornal em
http://metropoint.metro.lu/20101008_Lisbon.pdf























BEIJINHOS

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Factores de risco do cancro da mama

Factores de risco do cancro da mama


Sabe quais são os factores de risco mais comuns que podem contribuir para o desenvolvimento do cancro da mama?

1º factor de risco do cancro da mama: Idade e género

As mulheres enfrentam um risco muito maior do que os homens, mas os homens também enfrentam o perigo de desenvolverem cancro da mama.

As mulheres apresentam um risco mais elevado porque têm mais tecido mamário do que os homens.

Os médicos americanos estimaram que uma mulher normal, que viva até aos 90 anos, tem uma probabilidade de 10 a 15% de desenvolver cancro da mama. O risco de aparecimento do cancro da mama aumenta com a idade e as mulheres com mais de 60 anos têm uma maior probabilidade de desenvolver a doença.

Só nos Estados Unidos, uma em cada oito mulheres com cancro da mama têm menos de 45 anos e dois terços têm mais de 55 anos. É assim aconselhável que todas as mulheres com mais de 45 anos façam uma mamografia de dois em dois anos, e as mulheres com mais de 70 a façam todos os anos.

Apesar do cancro da mama ser muito raro em mulheres jovens, é aconselhável que as raparigas com mais de 20 anos examinem o seu peito e caso encontrem algum nódulo, mesmo que provavelmente não seja perigoso, vão imediatamente ao médico.

2º factor de risco do cancro da mama: Raça

As mulheres Caucasianas desenvolvem mais frequentemente o cancro da mama do que qualquer outra raça, mas as mulheres Afro-Americanas com menos de 40 anos apresentam uma maior propensão para desenvolver cancro da mama do que as outras mulheres. As Afro-Americanas também desenvolvem tipos de tumores mamários mais agressivos.

3º factor de risco do cancro da mama: Historial familiar e genes

O risco de desenvolver cancro da mama é 50% mais elevado caso a sua mãe, irmã ou filha tenha tido cancro da mama ou dos ovários. O risco também aumenta se a sua parente teve cancro da mama antes da menopausa e se o cancro afectou as duas mamas.

O perigo também é mais alto se um parente homem teve cancro da mama. Enfrenta também um risco mais elevado se herdou as formas mutantes dos genes BRCA 1 e BRCA 2, que se encontram normalmente nas células e que impedem as células de crescerem de forma excessiva. A forma mutante dos genes potencia o crescimento. Se a mutação estiver presente na família, há um risco de 80% de desenvolver cancro da mama.

4º factor de risco do cancro da mama: Historial pessoal de saúde


A probabilidade também é mais alta nas mulheres que têm uma história vasta de doenças da mama.

Entre elas estão as células mamárias anómalas e uma das formas do cancro da mama (cancro das glândulas mamárias) que aumentam a possibilidade de aparecimento de outros tipos de cancro, como por exemplo cancro na gordura ou nos tecidos fibrosos.

5º factor de risco do cancro da mama: Estilo de vida pouco saudável

Peso excessivo aumenta a probabilidade de ocorrência do cancro da mama, especialmente depois da menopausa. O alcoolismo é também um dos factores de risco e o portal on-line WebMd afirma que as mulheres que bebem uma bebida alcoólica por dia já apresentam um ligeiro aumento do risco de virem a desenvolver cancro da mama, comparado com mulheres que nunca bebem. As mulheres que bebem mais de 2 a 5 bebidas por dia, vêem o risco aumentar em 1,5 por cento.

6º factor de risco do cancro da mama: Período, parto e amamentação

As mulheres que tiveram o período cedo (antes dos 12 anos) também enfrentam um risco mais elevado, bem como aquelas cuja menopausa foi tardia (muitas vezes depois dos 55 anos). Estes são também factores de risco que contribuem para o desenvolvimento do cancro do útero.

As mulheres que não amamentam e que deram à luz muito jovens também apresentam um risco mais elevado. Por outro lado, as mulheres que tiveram o primeiro filho depois dos 30 anos também apresentam maior risco, quando comparadas com as mais jovens.

Texto: S.B.

A responsabilidade editorial desta informação é da



 
 
 
retirado: http://saude.sapo.pt/saude-medicina/medicacao-doencas/artigos-gerais/factores-de-risco-do-cancro-da-mama.html

CM de Cascais atribui Medalha de Mérito Cultural a António Feio- *

CM de Cascais atribui Medalha de Mérito Cultural a António Feio


O Presidente da Câmara Municipal de Cascais entrega no próximo dia 6 de Outubro, às 18h30, no Espaço memória do TEC - Teatro Experimental de Cascais, à família do actor António Feio, a Medalha de Mérito Cultural do Município.

Outorgada a título póstumo, a distinção foi aprovada por unanimidade na primeira sessão de Câmara após período de férias, realizada a 6 de Setembro. A outorga acontece no âmbito da homenagem promovida pelo TEC ao actor, cuja longa carreira se iniciou precisamente nesta companhia teatral.

Munícipe de Cascais residente em Carcavelos, António Feio deu os primeiros passos profissionais no Teatro Experimental de Cascais apenas com 11 anos, onde ganhou o gosto pelo teatro e decidiu aventurar-se na carreira de actor.

Posteriormente fundou o Teatro Aquarius e percorreu variadíssimas casas de espectáculo, onde revelou um inquestionável talento de humorista, actor, realizador e encenador.

A par da sua carreira, António Feio demonstrou sempre fortes qualidades humanas satirizando inclusive a doença que viria a ceifar-lhe a vida, numa absoluta prova de irreverência e humor.

SOBRE ANTÓNIO FEIO
Natural de Maputo, Moçambique, começou a sua carreira aos 11 anos, no Teatro Experimental de Cascais, depois de o seu Director, Carlos Avilez, o ter convidado para fazer a peça "O Mar", de Miguel Torga, que estreou a 6 de Maio de 1966. Além do Teatro Experimental de Cascais, onde permaneceu alguns anos, fundou e actuou no Teatro Aquarius, actuou na Cooperativa de Comediantes Rafael de Oliveira, no Teatro Popular-Companhia Nacional I, no Teatro S. Luiz, no Teatro Adoque, no Teatro ABC, na Casa da Comédia, no Centro de Arte Moderna, no Teatro Aberto, no Teatro Variedades, no Teatro Nacional D. Maria II e no Teatro Villaret, entre outros. "O que diz Molero" e "Conversa da Treta" foram duas das suas encenações mais emblemáticas. Fez televisão, rádio, publicidade e cinema, com destaque para a dupla que formava com o actor e amigo José Pedro Gomes, elevando o riso ao expoente máximo. A 27 de Março de 2010 recebeu do Presidente da República, Cavaco Silva, o grau honorífico de comendador da Ordem do Infante D. Henrique. O actor e encenador António Feio morreu a 29 de Julho de 2010, contava 55 anos.

Boa noite :-0

Passei...





















Não sei o que tenho desde ontem...mas ok!
Vou continuar a esparvoar quero lá saber!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!












BEIJINHOS

Parabéns Sónia ;o)


















Feliz aniversário. Que cumpras cada dia melhor promessa de felicidade, amor e paz.
Beijinhos

glitters

Nanáaaaaaaaaa miminho :o)


















Arriba :o)) beijinhos dorme com os Anjos!

;o)

















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