Um blog que veio dar continuidade ao Brilho dos Anjos onde relatei a minha passagem pelo cancro da mama
sábado, 2 de junho de 2012
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Dia Mundial da Criança

Em Portugal, o dia das crianças é festejado no dia 1 de junho, pois o mês de maio homenageia Maria, mãe de Jesus. O dia da criança foi comemorado, no mundo inteiro a 1 de junho de 1950.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Tudo como era antes!
Tenho vontade de ter tudo
o que tinha antes...
Meus amigos, minha mãe, minha avó!
Tenho vontade de ser tudo o que eu era antes...
Segura
Tenho vontade de sorrir como eu sorria antes...
De verdade
Tenho vontade de chorar como eu chorava antes...
Sem motivos realmente tristes
Tenho vontade de dormir como eu dormia antes...
Tranqüila
Tenho vontade de sonhar como eu sonhava antes...
Sem limites
Tenho vontade de olhar como eu olhava antes...
Sem ter que desviar o olhar para não deixar transparecer minha tristeza
Tenho vontade de falar como eu falava antes...
Que minha vida está com certeza completa!
Mas não posso ter, ser, andar, sorrir, chorar, dormir, sonhar, olhar e nem falar.
Tudo como era antes!
Simplesmente porque um dia eu fui assim. FUI! Não sou mais...
Mudei muito. As custas da minha história, de tudo o que já foi escrito por mim.
Mas ainda não mudei o bastante.
Tudo e todos que a vida vai me dar...
Tudo e todos a que essa mesma vida...
Vai me privar
Tudo como era antes?
Ah se querer fosse poder...
Eu era feliz e sabia!
(desconheço autoria mas bem que podia ter sido eu a escrever.)
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Os doentes de cancro ficam isentos de taxas moderadoras em todas as consultas decorrentes da doença, mesmo que não tenham insuficiência económica e mesmo que tenham sido dados como curados há mais de cinco anos. A informação foi avançada esta segunda-feira pelo ministro da Saúde.
Paulo Macedo adianta que a Administração Central do Sistema de Saúde já informou os hospitais e dá mais detalhes. “As consultas feitas no seguimento das sessões de radioterapia e quimioterapia serão também isentas, mesmo aqueles que não têm insuficiência económica, nem incapacidade.”
As declarações do ministro da Saúde foram feitas à margem de uma conferência sobre sobreviventes de cancro e foram recebidas recebidas com agrado pela Liga Portuguesa contra o Cancro (LPCC). Carlos Oliveira, presidente da LPCC, diz mesmo que esta clarificação por parte do Governo vai ajudar muitos doentes.
"É excelente essa interpretação do ministro. Havia muita confusão nessa área. Ao fim de cinco anos, o doente perde os 60% de invalidez e é bom que perca, porque é sinal de que não tem tumor em evolução. Com as taxas moderadoras, com os custos de transportes, colocava-se em causa o controlo que esses doentes necessitam, uma ou duas vezes por ano, às vezes pelo resto da vida", refere Carlos Oliveira.
A LPCC teve mesmo garantias por parte do Ministro da Saúde que o esclarecimento sobre esta questão segue já para os hospitais: "De acordo com o que me disse o senhor ministro, o ministério iria clarificar este ponto, que tem sido confundido em vários hospitais, através de uma circular".
[notícia actualizada às 12h42]
Paulo Macedo adianta que a Administração Central do Sistema de Saúde já informou os hospitais e dá mais detalhes. “As consultas feitas no seguimento das sessões de radioterapia e quimioterapia serão também isentas, mesmo aqueles que não têm insuficiência económica, nem incapacidade.”
As declarações do ministro da Saúde foram feitas à margem de uma conferência sobre sobreviventes de cancro e foram recebidas recebidas com agrado pela Liga Portuguesa contra o Cancro (LPCC). Carlos Oliveira, presidente da LPCC, diz mesmo que esta clarificação por parte do Governo vai ajudar muitos doentes.
"É excelente essa interpretação do ministro. Havia muita confusão nessa área. Ao fim de cinco anos, o doente perde os 60% de invalidez e é bom que perca, porque é sinal de que não tem tumor em evolução. Com as taxas moderadoras, com os custos de transportes, colocava-se em causa o controlo que esses doentes necessitam, uma ou duas vezes por ano, às vezes pelo resto da vida", refere Carlos Oliveira.
A LPCC teve mesmo garantias por parte do Ministro da Saúde que o esclarecimento sobre esta questão segue já para os hospitais: "De acordo com o que me disse o senhor ministro, o ministério iria clarificar este ponto, que tem sido confundido em vários hospitais, através de uma circular".
[notícia actualizada às 12h42]
Cancro: Fármaco poderá vir a substituir quimioterapia
Um novo medicamento poderá vir a substituir o tratamento com quimioterapia em casos de cancro da mama. O anúncio foi feito recentemente pelo presidente da divisão latino-americana da farmacêutica Roche, responsável pelo desenvolvimento do fármaco em questão.
Durante um fórum de saúde realizado na cidade brasileira do Rio de Janeiro, Jörg-Michael Rupp afirmou que o medicamento, o T-DM1, permitiu reduzir o tamanho dos tumores e aumentar a esperança de vida das pacientes que apresentavam o tipo de cancro da mama mais agressivo em estado avançado.
"O remédio ataca diretamente a célula cancerígena e mata-a, por isso seria desnecessário o uso de quimioterapia, o que evitaria efeitos colaterais como a perda de cabelo", explicou Rupp durante o evento, citado pela agência EFE.
Embora os testes preliminares tenham sido feitos num momento adiantado da doença, o presidente mostrou-se otimista quanto à possibilidade de o medicamento também ser eficaz nas fases iniciais e, inclusive, noutros tipos de cancro. "Se o fármaco funciona numa fase avançada, há uma possibilidade maior de ser eficaz nas primeiras fases", apontou.
De acordo com o responsável, a combinação do T-DM1 com outros remédios que já existem no mercado gerou "melhores resultados" que os tratamentos tradicionais, como as sessões de quimioterapia.
Jörg-Michael Rupp estimou ainda que os testes clínicos possam demorar cerca de três a quatro anos a ter início e preferiu não falar na possibilidade de introduzir o T-DM1 no mercado, uma vez que tal medida necessitará sempre da aprovação das autoridades reguladoras de cada país.
Os detalhes concretos dos testes efetuados pela Roche, que se referem apenas a mulheres que já tinham sido submetidas a outros tratamentos oncológicos, vão ser divulgados no próximo Congresso da Associação Americana de Oncologia Clínica (ASCO), que terá lugar em Chicago, nos EUA, e está marcado para o início de Junho.
domingo, 27 de maio de 2012
sábado, 26 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
O que significa ser sobrevivente de Cancro em Portugal?
O que acontece, na prática, a um indivíduo que, após cinco anos de detecção de um cancro, não havendo doença evolutiva, deixa de ser considerado doente e passa a ser um sobrevivente? Que tipo de apoio e acompanhamento deve ser prestado a essas pessoas? O que as preocupa? De que forma o sobrevivente volta ao quotidiano e ao trabalho? A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) promove na próxima segunda-feira, 28 de Maio, na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa, a primeira Conferência sobre sobreviventes de Cancro, reunindo juristas, médicos, economistas e sociólogos para um debate esclarecedor sobre o tema. A sessão inaugural conta, entre outros, com a presença do ministro da Saúde, Paulo Macedo, e da ministra da Justiça, Paula Teixeira Cruz. A participação é livre, mas requer inscrição prévia, avança comunicado de imprensa.
Com a Conferência sobre sobreviventes de cancro, a LPCC avalia o que acontece às pessoas que perdem os apoios legais que tiveram durante o tempo de doença, antecipando uma problemática social. As previsões apontam para, em 2030, um aumento de cerca 25% da incidência global do cancro e, simultaneamente, uma diminuição dos números de mortalidade, o que faz aumentar o número de sobreviventes. Há cada vez mais casos, é portanto essencial que sejam debatidos os aspectos sociais, médicos e psicológicos na vida dos sobreviventes de cancro em Portugal e que as pessoas sejam sensibilizadas para esta realidade, defende Carlos Oliveira, presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Abordagem multidisciplinar feita por um conjunto de especialistas convidados
A Conferência sobre sobreviventes de Cancro discute as condições de acesso aos cuidados de saúde dos sobreviventes, o papel das juntas médicas nas declarações de incapacidades, a fertilidade, as relações laborais e o relacionamento com a banca e com os seguros.
José Manuel Silva, bastonário da Ordem dos Médicos, Guilherme Oliveira, director do Centro de Direito Biomédico, Artur Santos Silva, presidente do Conselho de Administração do BPI, bem como diferentes responsáveis dos Núcleos Regionais da Liga Portuguesa Contra o Cancro intervêm na segunda-feira, entre outros. Será também dada voz a uma sobrevivente que recebeu o prémio Heroes of Hope, profiles of courage. A sessão inaugural, marcada para as 9h00, conta com a presença do Ministro da Saúde, Paulo Macedo e da Ministra da Justiça, Paula Teixeira Cruz.
As pessoas interessadas em participar na conferência podem inscrever-se através do site da Liga Portuguesa contra o Cancro emhttp://ligacontracancro.pt/. A iniciativa conta com a colaboração do Centro de Direito Biomédico da Universidade de Coimbra e com patrocínio da Ordem dos Médicos e da Fundação Calouste Gulbenkian.
Aceda ao Programa aqui.
Mais informações aqui
Com a Conferência sobre sobreviventes de cancro, a LPCC avalia o que acontece às pessoas que perdem os apoios legais que tiveram durante o tempo de doença, antecipando uma problemática social. As previsões apontam para, em 2030, um aumento de cerca 25% da incidência global do cancro e, simultaneamente, uma diminuição dos números de mortalidade, o que faz aumentar o número de sobreviventes. Há cada vez mais casos, é portanto essencial que sejam debatidos os aspectos sociais, médicos e psicológicos na vida dos sobreviventes de cancro em Portugal e que as pessoas sejam sensibilizadas para esta realidade, defende Carlos Oliveira, presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Abordagem multidisciplinar feita por um conjunto de especialistas convidados
A Conferência sobre sobreviventes de Cancro discute as condições de acesso aos cuidados de saúde dos sobreviventes, o papel das juntas médicas nas declarações de incapacidades, a fertilidade, as relações laborais e o relacionamento com a banca e com os seguros.
José Manuel Silva, bastonário da Ordem dos Médicos, Guilherme Oliveira, director do Centro de Direito Biomédico, Artur Santos Silva, presidente do Conselho de Administração do BPI, bem como diferentes responsáveis dos Núcleos Regionais da Liga Portuguesa Contra o Cancro intervêm na segunda-feira, entre outros. Será também dada voz a uma sobrevivente que recebeu o prémio Heroes of Hope, profiles of courage. A sessão inaugural, marcada para as 9h00, conta com a presença do Ministro da Saúde, Paulo Macedo e da Ministra da Justiça, Paula Teixeira Cruz.
As pessoas interessadas em participar na conferência podem inscrever-se através do site da Liga Portuguesa contra o Cancro emhttp://ligacontracancro.pt/. A iniciativa conta com a colaboração do Centro de Direito Biomédico da Universidade de Coimbra e com patrocínio da Ordem dos Médicos e da Fundação Calouste Gulbenkian.
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segunda-feira, 21 de maio de 2012
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