Um blog que veio dar continuidade ao Brilho dos Anjos onde relatei a minha passagem pelo cancro da mama
sábado, 21 de dezembro de 2013
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Sol e Lua... Uma grande história de Amor.
"Quando o Sol e a Lua se encontraram pela primeira vez eles apaixonaram-se perdidamente
e a partir dai comecaram a viver um grande amor.
Acontece que o mundo ainda nao existia
e no dia em que Deus resolveu cria-lo
deu ao Sol e a Lua o toque final: O BRILHO!
Ficou tambem decidido
que o Sol iluminaria o dia
e que a Lua iluminaria a noite.
Sendo assim, o Sol e a Lua
seriam obrigados a viverem
separados para sempre.
Abateu-se sobre eles
uma grande tristeza
quando tomaram conhecimento
de que nunca mais se encontrariam.
A Lua foi ficando cada vez mais amargurada
mesmo com o brilho que Deus lhe havia dado
tornando-se cada vez mais solitaria.
O Sol, por sua vez havia ganho um titulo
de nobreza, o de "Astro-Rei", mas isso
tambem nao o fez feliz.
Deus entao chamou-os e explicou-lhes:
"Voces nao devem ficar tristes, porque agora
ambos possuem um brilho proprio".
"Tu Lua, iluminaras as noites frias e quentes
encantaras os namorados, e seras diversas vezes
motivo de poesias".
"Quanto a ti Sol, sustentaras o titulo de "Astro-Rei"
porque seras o mais importante dos astros
iluminando a terra durante o dia e fornecendo calor
para o ser humano. E a tua simples presenca
fara com que as pessoas sejam mais felizes".
A Lua entristeceu-se muito com o seu terrivel destino
e chorou dias a fio... Ja o Sol ao ve-la sofrer tanto
decidiu que nao poderia deixar-se abater, pois teria
que dar forcas a Lua, e ajuda-la a aceitar o que havia
sido decidido por Deus.
No entanto a preocupacao do Sol era tao grande
que este resolveu fazer um pedido a Deus.
"Senhor, ajude a Lua por favor. Ela e mais fragil do
que eu e nao suportara a solidao ...".
E Deus na sua imensa bondade
resolveu criar as estrelas para fazerem
companhia a Lua.
A Lua sempre que esta muito triste
recorre as estrelas que tudo fazem
para a consolar, mas quase nunca conseguem ...
Hoje Sol e Lua vivem assim ... SEPARADOS.
O Sol finge que e feliz...
A Lua nao consegue esconder a sua tristeza ...
O Sol ainda arde de paixao pela Lua ...
A Lua ainda vive na escuridao da saudade ...
Dizem que a ordem de Deus era que a Lua
deveria ser sempre cheia e luminosa ...
Mas ela nao consegue isso ... Porque ela e
mulher, e uma mulher tem fases ...
Quando feliz consegue ser cheia ...
Mas quando infeliz e minguante e quanto e minguante
nem sequer e possivel ver o seu brilho.
Sol e Lua seguem o seu destino ...
Ele solitario mas forte ...
Ela acompanhada pelas estrelas mas fraca ...
Deus decidiu que nenhum amor neste mundo seria
de todo impossivel. Nem mesmo o da Lua e o do Sol.
E foi entao que Deus criou o ECLIPSE!
Hoje em dia o Sol e a Lua
vivem a espera desse instante
desses raros momentos que lhes foram concedidos
e que custam tanto a acontecer.
Quando alguem, a partir de agora, olhar para o ceu
e vir que o Sol encobriu a Lua, e porque ele se deitou
sobre ela e comecaram a se amar.
E esse acto de amor se chama ECLIPSE.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Quimioterapia e beleza "É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando. Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência. O rebolado. Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja. Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, do nosso faz-de-conta, para caminhar humanamente ao seu encontro. Difícil é amar quem não está se amando. Mas esse talvez seja, sim, o tempo em que o outro mais precisa se sentir amado. Eu não acredito na existência de botões, alavancas, recursos afins, que façam as dores mais abissais desaparecerem, nos tempos mais devastadores, por pura mágica. Mas eu acredito na fé, na vontade essencial de transformação, no gesto aliado à vontade, e, especialmente, no amor que recebemos, nas temporadas difíceis, de quem não desiste da gente." Autor e modelos desconhecidos
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
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