sábado, 21 de janeiro de 2012

Ao fim de oito dias tirei o dreno. O que aconteceu foi...quando me foi retirado os pensos e as fitas dos pontos, ao puxar veio atrás uma crosta que fez sangrar depois disso começou a drenar um pouco. Telefonei pra lá ontem e mandaram-me passar hoje para a Dra ou Dr  ver-me.
Está tudo bem, não é grave vou tomar mais uma caixa de antibiótico.
Com a Oncologia o Dr tem que ver umas análises que fiz onde prova que não estou na menopausa para poder tratar do assunto. Possivelmente terei que levar a dita injecção que me trava o funcionamento dos ovários e com isso deixar de ser mestruada.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Telefonei de novo para o IPO porque drenou durante a noite. Quem me atendeu foi a enfermeira que me fez o penso, como hoje há tarde já não apanhava um cirurgião plástico a tempo. ficou para amanhã de manhã. Tenho consulta de oncologia ás 9,30h e ás 8,00h vou ao pavilhão central para a Dra Inês num intervalo de cirurgias me ver.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012


Cancro da mama

Imagem ilustrativa

Detectar precocemente o cancro da mama aumenta as hipóteses de cura. Saiba como.

O que é o cancro da mama?
O cancro da mama é um tumor maligno que se desenvolve nas células do tecido mamário. É muito mais frequente nas mulheres, mas pode atingir também os homens.
O cancro da mama apresenta-se, muitas vezes, como uma massa dura e irregular que, quando palpada, se diferencia do resto da mama pela sua consistência.
Que cuidados se devem ter para detectar o cancro da mama?
O diagnóstico precoce do cancro da mama é fundamental, pois aumenta as hipóteses de cura. Evita que o cancro se espalhe para outras partes do corpo, favorecendo o prognóstico, a recuperação e a reabilitação.
Para que seja diagnosticado precocemente, é importante que:

  • Faça um auto-exame das mamas mensalmente, após o período menstrual;
  • Vá ao médico especialista em patologia mamária uma vez por ano;
  • Participe em programas de rastreio.
O exame clínico da mama pode confirmar ou esclarecer o seu auto-exame.
Quais são os sintomas mais comuns no cancro da mama?
  • Aparecimento de nódulo/endurecimento da mama ou debaixo do braço (na axila);
  • Mudança no tamanho ou no formato da mama;
  • Alteração na coloração ou na sensibilidade da pele da mama ou da aréola;
  • Corrimento pelo mamilo, com ou sem sangue;
  • Retracção da pele da mama ou do mamilo.
Ao sentir qualquer alteração nas mamas deve consultar o seu médico.
Como é feito o diagnóstico clínico do cancro da mama?
Para fazer o diagnóstico, o médico submeterá a mulher a um cuidadoso exame clínico e fará algumas perguntas sobre a história familiar. Fará também a palpação das mamas com as mãos, pois só assim poderá sentir a presença de um nódulo. O médico poderá solicitar alguns exames, tais como:
  • Mamografia: o principal exame das mamas, realizado através de raios X específicos para examinar as mamas. Como é muito preciso, permite ao médico saber o tamanho, localização e as características de um nódulo com apenas alguns milímetros, quando ainda não poderia ser sentido na palpação.
    Faça uma mamografia de rotina sempre que solicitada pelo seu médico. 
  • Ultrassonografia (ecografia): deve complementar sempre a mamografia e informa se o nódulo é sólido ou contém líquido (quisto).
  • Citologia aspirativa: com uma agulha fina e uma seringa, o médico aspira certa quantidade de líquido ou uma pequena porção do tecido do nódulo para exame microscópico. Esta técnica esclarece se é um quisto (preenchido por líquido), que não é cancro, ou de um nódulo sólido, que pode ou não corresponder a um cancro.
  • Biópsia: procedimento (cirúrgico ou não) para colher uma amostra do nódulo suspeito. O tecido retirado é examinado ao microscópio pelo patologista. Este procedimento permite confirmar se estamos perante um cancro da mama.
  • Receptores hormonais (estrógenio e progesterona): caso a biópsia permita o diagnóstico de um cancro, estes testes de laboratório revelam se as hormonas podem ou não estimular o seu crescimento. Com esta informação, o médico pode decidir se é ou não aconselhável incluir no plano de terapêutico um tratamento à base de antagonistas daquelas hormonas, isto é, medicamentos que contrariam o seu efeito. A amostra do tecido do tumor é colhida durante a biópsia.
Caso a biópsia detecte um tumor maligno, outros testes laboratoriais serão feitos no tecido para que se obtenham mais dados a respeito das características do tumor.
Também poderão ser solicitados exames - raios X, exames de sangue, ecografia, cintilograma (exame no qual uma pequena quantidade de um produto radioactivo é utilizado para obter imagens) ósseo, provas de função hepática etc. - para verificar se o cancro está presente em outros órgãos do corpo.
Todos os testes e exames solicitados e a definir pelo médico têm como objectivo avaliar a extensão e o estádio da doença no organismo.
O sistema de estadiamento do cancro da mama leva em conta o tamanho do tumor, o envolvimento de gânglios linfáticos da axila próxima à mama e a presença ou não de metástases à distância.
Há vários tipos de cancro da mama?
Sim. O tratamento e o prognóstico variam de doente para doente e em função do tipo de tumor.
Quase todos os tumores malignos da mama têm origem nos ductos ou nos lóbulos da mama, que são tecidos glandulares. Os dois tipos mais frequentes são o carcinoma ductal e o carcinoma lobular.
  • Carcinoma ductal “in situ” (CDIS): é o tumor da mama não invasivo mais frequente. Praticamente todas as mulheres com CDIS podem ser curadas. A mamografia é o melhor método para diagnosticar o cancro da mama nesta fase precoce.
  • Carcinoma lobular “in situ” (CLIS): embora não seja um verdadeiro cancro, o CLIS é, por vezes, classificado como um cancro da mama não invasivo. Muitos especialistas pensam que o CLIS não se transforma num carcinoma invasor, mas as mulheres com esta neoplasia têm um maior risco de desenvolver cancro da mama invasor.
  • Carcinoma ductal invasor (CDI): este é o cancro da mama mais frequente. Tem origem nos ductos e invade os tecidos vizinhos. Nesta fase pode disseminar-se através dos vasos linfáticos ou do sangue, atingindo outros órgãos. Cerca de 80 por cento dos cancros da mama invasores (ou invasivos) são carcinomas ductais. 
  • Carcinoma lobular invasor (CLI): tem origem nas unidades produtoras de leite, ou seja, nos lóbulos. À semelhança do CDI, pode disseminar-se para outras partes do corpo. Cerca de dez por cento dos cancros da mama invasores são carcinomas lobulares.
  • Carcinoma inflamatório da mama: este é um cancro agressivo, mas raro.
Há ainda outros tipos de cancro da mama mais raros, como o Carcinoma Medular, o Carcinoma Mucinoso, o Carcinoma Tubular e o Tumor Filóide Maligno, entre outros.

Como se trata o cancro da mama?

A escolha entre as diversas opções de tratamento depende do estádio da doença, do tipo do tumor e do estado geral de saúde da paciente. O especialista em patologia mamária é o profissional médico mais indicado para avaliar e escolher o tratamento mais adequado a cada caso.

Dependendo das necessidades de cada doente, o médico poderá optar por um ou pela combinação de dois ou mais tratamentos.
  • Cirurgia: é o tratamento inicial mais comum e o principal tratamento local. O tumor da mama será removido, assim como os gânglios linfáticos da axila. Estes gânglios filtram a linfa que flui da mama para outras partes do corpo e é através deles que o cancro pode alastrar. Existem vários tipos de cirurgia para o cancro da mama, que são indicados de acordo com a fase evolutiva do tumor, a sua localização ou o tamanho da mama. 
  • Radioterapia: utiliza raios de alta energia que têm a capacidade de destruir as células cancerosas e impedir que elas se multipliquem. Tal como a cirurgia, a radioterapia é um tratamento local. A radiação pode ser externa ou interna. 
  • Quimioterapia: é a utilização de drogas que agem na destruição das células malignas. Podem ser aplicadas através de injecções intramusculares ou endovenosas ou por via oral. 
  • Hormonoterapia: tem como finalidade impedir que as células malignas continuem a receber a hormona que estimula o seu crescimento. O tratamento pode incluir o uso de drogas, que modificam a forma de actuar das hormonas, ou a cirurgia, que remove os ovários - órgãos responsáveis pela produção dessas hormonas. Da mesma maneira que a quimioterapia, a terapia hormonal actua nas células do corpo todo.
  • Reabilitação: vem auxiliar os métodos de tratamento para que a paciente tenha melhor qualidade de vida. É feita através da cirurgia plástica de reconstrução e dos serviços médicos de apoio (fisioterapia, psicologia, etc.).
O tratamento cirúrgico é para tirar a mama?

Não necessariamente. Há diferentes tipos de cirurgia usados no tratamento de cancro da mama:
  • Tumorectomia: é a cirurgia que remove apenas o tumor. Em seguida, aplica-se a terapia por radiação. Às vezes, os gânglios linfáticos das axilas são retirados como medida preventiva. É aplicada em tumores mínimos.
  • Quadrantectomia: é a cirurgia que retira o tumor, uma parte do tecido normal que o envolve e o tecido que recobre o peito abaixo do tumor. É, pois, um tratamento que conserva a mama.
    A radioterapia é aplicada após a cirurgia.
  • Mastectomia simples ou total: é a cirurgia que remove apenas a mama. Às vezes, no entanto, os gânglios linfáticos mais próximos também são removidos. É aplicada em casos de tumor difuso. Pode manter-se a pele da mama, que auxiliará muito a reconstrução plástica.
  • Mastectomia radical modificada: é a cirurgia que retira a mama, os gânglios linfáticos das axilas e o tecido que reveste os músculos peitorais.
  • Mastectomia radical: é a cirurgia que retira a mama, os músculos do peito, todos os gânglios linfáticos da axila, alguma gordura em excesso e pele. Raramente utilizada.

Data de publicação 13.12.2005

retirado:http://www.min-saude.pt/portal/conteudos/enciclopedia+da+saude/doencas/cancro/cancro+mama.htm

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Gostei!

Miguel Esteves CardosoMiguel Esteves CardosoPortugaln. 1955Crítico/Escritor/Jornalista
O que Distingue um Amigo VerdadeiroNão se pode ter muitos amigos. Mesmo que se queira, mesmo que se conheçam pessoas de quem apetece ser amiga, não se pode ter muitos amigos. Ou melhor: nunca se pode ser bom amigo de muitas pessoas. Ou melhor: amigo. A preocupação da alma e a ocupação do espaço, o tempo que se pode passar e a atenção que se pode dar — todas estas coisas são finitas e têm de ser partilhadas. Não chegam para mais de um, dois, três, quatro, cinco amigos. É preciso saber partilhar o que temos com eles e não se pode dividir uma coisa já de si pequena (nós) por muitas pessoas. 

Os amigos, como acontece com os amantes, também têm de ser escolhidos. Pode custar-nos não ter tempo nem vida para se ser amigo de alguém de quem se gosta, mas esse é um dos custos da amizade. O que é bom sai caro. A tendência automática é para ter um máximo de amigos ou mesmo ser amigo de toda a gente. Trata-se de uma espécie de promiscuidade, para não dizer a pior. Não se pode ser amigo de todas as pessoas de que se gosta. Às vezes, para se ser amigo de alguém, chega a ser preciso ser-se inimigo de quem se gosta. 

Em Portugal, a amizade leva-se a sério e pratica-se bem. É uma coisa à qual se dedica tempo, nervosismo, exaltação. A amizade é vista, e é verdade, como o único sentimento indispensável. No entanto, existe uma mentalidade Speedy González, toda «Hey gringo, my friend», que vê em cada ser humano um «amigo». Todos conhecemos o género — é o «gajo porreiro», que se «dá bem com toda a gente». E o «amigalhaço». E tem, naturalmente, dezenas de amigos e de amigas, centenas de amiguinhos, camaradas, compinchas, cúmplices, correligionários, colegas e outras coisas começadas por c. 
Os amigalhaços são mais detestáveis que os piores inimigos. Os nossos inimigos, ao menos, não nos traem. Odeiam-nos lealmente. Mas um amigalhaço, que é amigo de muitos pares de inimigos e passa o tempo a tentar conciliar posições e personalidades irreconciliáveis, é sempre um traidor. Para mais, pífio e arrependido. Para se ser um bom amigo, têm de herdar-se, de coração inteiro, os amigos e os inimigos da outra pessoa. E fácil estar sempre do lado de quem se julga ter razão. O que distingue um amigo verdadeiro é ser capaz de estar ao nosso lado quando nós não temos razão. O amigalhaço, em contrapartida, é o modelo mais mole e vira-casacas da moderação. Diz: «Eu sou muito amigo dele, mas tenho de reconhecer que ele é um sacana.» Como se pode ser amigo de um sacana? Os amigos são, por definição, as melhores pessoas do mundo, as mais interessantes e as mais geniais. Os amigos não podem ser maus. A lealdade é a qualidade mais importante de uma amizade. E claro que é difícil ser inteiramente leal, mas tem de se ser. 

Miguel Esteves Cardoso, in 'Os Meus Problemas'
Mais uma ida ao IPO desta vez para ser observada pelo Cirurgião Plástico Dr. Alberto. Disse que estava tudo a correr bem e espera-me de hoje a oito dias. Segui para a sala de enfermagem onde tinham ordem para me retirar o dreno, graças a Deus estou livre daquilo. Sentia-me presa, dependente, até tinha dores no local e ainda tenho. Já para não falar das dores a dormir!
Também retiraram um tipo de adesivos (não sei o nome) que são colocados sobre os pontos, fazem-me sentir repuxada, incomodam bastante :( mas está tudo a correr muito bem :) a enfermeira disse que estava impecável. A quem tenho mostrado confirmam :)))
Boa semana!!


sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Taxas moderadoras pagas antes da renovação de atestados serão devolvidas

Publicado hoje às 07:24

Numa circular, a Administração Central dos Sistemas de Saúde revela ainda que o período de transição para a renovação dos atestados de incapacidade multiusos vai ser alargado.
A Administração Central dos Sistemas de Saúde indicou as taxas moderadoras pagas até que seja feita a renovação dos atestados de incapacidade multiusos vão ser devolvidas.
Numa circular para centros de saúde e hospitais emitida na quinta-feira, esta admnistração confirmou ainda que o período de transição para a renovação destes atestados, que deveria terminar em Abril, vai ser alargado até ao final de 2013.

Doentes crónicos continuam a pagar 50 euros de taxas moderadoras

Publicado hoje às 00:10

Apesar das garantias do Ministério da Saúde continuam a ser cobrados 50 euros aos deficientes e doentes crónicos que procuram obter uma isenção no pagamento de taxas moderadoras.

A Associação de Médicos de Saúde Pública desmente o Ministério da Saúde, garantindo que os deficientes e doentes crónicos à procura de isenção das taxas moderadoras têm mesmo de ir a uma junta médica e pagar 50 euros se tiveram um atestado com mais de três anos.
A TSF noticiou há dois dias as críticas de algumas associações que tinham recebido várias queixas de doentes crónicos e deficientes a quem o atestado de incapacidade vitalício foi recusado pelos centros de saúde.
Em resposta escrita enviada na altura à TSF, a Administração Central dos Sistemas de Saúde (ACSS) garantia que ninguém tem de pagar 50 euros ou ir a nova junta médica quando pede um novo atestado.
No entanto, Mário Jorge dos Santos, o presidente da Associação de Médicos de Saúde Pública, garantiu que não é isso o que diz a lei.
«Os atestados multiusos são emitidos em junta médica, não são emitidos nos centros de saúde, tudo isso está na lei. Não é uma taxa moderadora, atenção, esta taxa está dentro das taxas sanitárias, razão pela qual a ACSS não a conhece uma vez que a legilação não é a mesma», esclareceu.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012


Fui fazer o penso, vim na mesma com o dreno este diferente do primeiro porque dá para despejar, também trouxe antibióticos. Agora só 3ª feira quando for á consulta é que me livro do dreno.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

De volta


Cá estou eu :)
A cirurgia correu bem!
Cheguei ao IPO na hora prevista, fui chamada eram 9 e tal. Lá em cima deram-me uma bata, touca e chinelos, sentei-me num cadeirão onde me puseram a soro coisa que  foi difícil a veia rebentou, á 2ª foi de vez senão... era trabalho para o anestesista.
Estive á espera, porque estava um rapaz a ser operado depois de terminado lá fui eu, desta vez pelo meu próprio pé :) e vi tudo :p houve ainda alguma brincadeira na sala e depois...plim...dormir.
Acordei e disse que tinha sonhado já da 1ª vez foi o mesmo. Estava com muito sono ia fechando a pestana de vez enquando passei da cama do recobro para o cadeirão, bebi um chá e comi umas bolachinhas e não vomitei!
Deram-me alta com algumas recomendações e lá vim com o dreno atrás. Estou a fazer gelo de 2 em duas horas e analgésicos, na 5ª feira vou fazer o penso e livrar-me do bobby :)) tenho a mama quase no pescoço ihihihhhi acho que ainda vai descer para ficar bem posicionada.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Véspera de cirurgia


é como me sinto!
Uns dias, a seguir ao telefonema a comunicar quando, estava  prevista a data da cirurgia andei com uns nervos miúdinhos que só visto!
Ia dormir só me vinha ao pensamento todo o processo do internamento, cirurgia, recombro, etc...hoje estou muito calma. Uma amiga, a Isalenca veio ter comigo depois de almoço fomos beber um café,  metemos a conversa em dia e ás compras. Foi um bocadinho bem passado.
Agora o meu sr. estômago é que está a trair-me ou seja doí-me :(( isso acontece cada vez que há uma novidade ou sofro uma mudança qualquer :(( estava tudo a correr tão bem!!
Amanhã é uma nova etapa. Vou fazer melhoramento das mamas, reduzir uma e melhorar a cicatriz da que fiz quadratomia,  acredito que estou protegida e tudo vai correr bem. Desta vez é por um bom motivo!!!

domingo, 8 de janeiro de 2012

Boa noite e boa semana!

Fim de semana :)



























Este fim de semana foi muito bom!
O meu irmão, cunhada e sobrinhos vieram de Sevilha passar estes três dias,  lá fomos para o "nosso" local de eleição :) o tempo esteve muito, mas muito bom. De noite é que estava um friozinho e lá tive de me cuidar para não comprometer a minha cirurgia.
Vi o mar, respirei ar puro, comi bem e o mais importante diverti-me e usufruí da companhia dos que amo!
Hoje, com eles a caminho de casa e eu já na minha dá para sentir um embrulhar de estômago com a aproximação da cirurgia. Acredito que tudo vai correr bem mas...existe sempre um MAS... (como na peça Rosa Esperança).
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