Um blog que veio dar continuidade ao Brilho dos Anjos onde relatei a minha passagem pelo cancro da mama
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Confia em ti! Acredita que a tarefa que Deus colocou em seu caminho está ao alcance de suas forças.
Nos momentos de fraqueza, jamais desista.
Silencia e ora pedindo a presença de seus anjos guardiões.
Se fortaleça na fé, na certeza de que tudo passa e que Jesus jamais ti abandona.
Instituto Chico Xavier
segunda-feira, 18 de junho de 2012
SORRIA
Sorria, embora seu coração esteja doendo
Sorria, mesmo que ele esteja partido
Quando há nuvens no céu
Você sobreviverá...
Se você apenas sorri
Com seu medo e tristeza
Sorria e talvez amanhã
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena se você apenas...
Ilumine sua face com alegria
Esconda todo rastro de tristeza
Embora uma lágrima possa estar tão próxima
Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, pra que serve o choro?
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas...
Se você sorri
Com seu medo e tristeza
Sorriso e talvez amanhã
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas Sorrir...
Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, pra que serve o choro
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas Sorrir
Sorria, embora seu coração esteja doendo
Sorria, mesmo que ele esteja partido
Quando há nuvens no céu
Você sobreviverá...
Se você apenas sorri
Com seu medo e tristeza
Sorria e talvez amanhã
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena se você apenas...
Ilumine sua face com alegria
Esconda todo rastro de tristeza
Embora uma lágrima possa estar tão próxima
Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, pra que serve o choro?
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas...
Se você sorri
Com seu medo e tristeza
Sorriso e talvez amanhã
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas Sorrir...
Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, pra que serve o choro
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas Sorrir
domingo, 17 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Cada um tem de mim exatamente o que cativou, e cada um é responsável pelo que cativou, não suporto falsidade e mentira, a verdade pode machucar, mas é sempre mais digna. Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com intensidade. Perder com classe e vencer com ousadia, pois o triunfo pertence a quem mais se atreve e a vida é muito para ser insignificante. Eu faço e abuso da felicidade e não desisto dos meus sonhos. O mundo está nas mãos daqueles que tem coragem de sonhar e correr o risco de viver seus sonhos.
Pessoas com energia positiva e alto astral são sempre bem vindas e que nao existe coisa melhor no mundo do que viver,curtir e gozar a vida, que passa rápido e daqui não levaremos nada, a não ser toda a experiência e as amizades
Charles Chaplin
Charles Chaplin
quarta-feira, 13 de junho de 2012
- Do tamanho de uma caixa de sapatos ou tão grandes como a imaginação, os tronos de Santo António são hoje uma tradição quase extinta. É um costume que vive em memórias e arquivos.Caminhando pela Alfama dos anos 1950, Maria de Portugal rendeu-se aos tronos de Santo António. Ao santo há muito que se havia rendido. É de lá que fala. O seu olhar ficou preso "nos miúdos que faziam tronos à porta de casa com bancos e a imagem do santo".
A antiga presidente da Associação de Artesãos de Lisboa, hoje com 94 anos, facilmente se perde no seu álbum de recordações. O Concurso de Tronos de Santo António conheceu forma pela primeira vez em 1982, ano em que Maria de Portugal fundou a associação. O objectivo era "preservar tradições que não se devem perder". Em Junho celebra-se o santo, mas o famoso "um tostãozinho para o Santo António" do Pátio das Cantigas já se começava a ouvir em Maio pela Lisboa dos manjericos. A frase ficou. Os tronos são hoje mais difíceis de encontrar.
Alfama parece esquecida. Muitas portas e algumas perguntas depois, no número 34 da Rua da Regueira, Margarida Almeida confirma que esta tradição não era só enredo de filmes. "Na minha criação, todos fazíamos. Faziam-se os tronos consoante o jeito e as possibilidades." E acrescenta: "Os que dizem que não se lembram é porque têm vergonha de dizer que pediam."
A dona da mercearia explica que tinha sempre "um banquinho à porta, com uma gaveta para o tostão, em que punha um napperon todos os dias limpinho". O marido, Augusto, assente e até traz um banco da mercearia para exemplificar.
A saudade daquele tempo está-lhes estampada no rosto. Dizem que na mesma Alfama que não envelhece "está tudo a morrer, o bairrismo está a morrer. Só temos uma marcha que é uma doença".
Os tronos, que na origem eram réplica do altar da Igreja de Santo António, ficaram presos "ao engodo do dinheiro, agora anda-se de lata na mão [a pedir para o santo]", contam. Alfama, que em nova "vestiu a blusa clarinha", veste o velho, o novo e o usado, sempre bordado com linhas de recordações. E pelos "becos, escadinhas, ruas estreitinhas" enxerga-se o medo a quem não se conhece.
Com a promessa de que ao final da tarde muita gente lá estaria, o largo do chafariz de dentro está deserto, mas na padaria, quando se ouve falar em tronos de Santo António, as vozes levantam-se. Dulce é a primeira a falar. Do Santo António só sabe o "responso" que lhe reza quando alguma coisa precisa de encontrar: "Gosto muito dele, agora trono? Isso nunca fiz", conta.
Todos riem e é Maria Hermínia quem leva o assunto num tom mais sério e recorda: "Pedia um tostãozinho ao Santo António para comprar uns sapatinhos." Uma voz apressada interrompe: "Eu e os meus irmãos gastávamos tudo em doces e guloseimas. O meu pai não gostava, assim que ele chegava fugíamos todos para casa." A crise chegou ao santo e, por isso, em Alfama, "vêem-se muitos retiros para vender sardinhas. Santo nem vê-lo", diz Fátima Brito, funcionária da padaria. E "este ano ainda vai ser pior", acrescenta.
Fim da tradição
Os tronos eram por vezes obra de muitos. Os pátios reuniam-se para a construção dos tronos com o apoio das colectividades do bairro. Os concursos promovidos por jornais como o Diário Popular e pela autarquia de Lisboa, com direito até a prémio pecuniário, funcionavam como incentivo.
Talvez por isso, o mais célebre trono de Alfama seja o da Rua dos Corvos, elaborado com o apoio do Corvense, uma das colectividades do bairro. Jorge Antunes foi um dos últimos envolvidos na construção do trono e não é fácil convencê-lo a falar sobre o tema: "Alguns dos tronos do Corvense correram o mundo", diz. E conta que chegou a fazer "uma réplica da Igreja de Santo António com o seu altar-mor", ou a "representação do Sermão de Santo António aos Peixes", entre outros.
Período
Hoje ia à
mas apareceu-me o
agora estendo o meu estado de ontem
por isso fomos comer ao almoço uma sardinhada que nos soube muito bem e fiquei por
f
mas apareceu-me o
agora estendo o meu estado de ontem
por isso fomos comer ao almoço uma sardinhada que nos soube muito bem e fiquei por
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terça-feira, 12 de junho de 2012
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