
Um blog que veio dar continuidade ao Brilho dos Anjos onde relatei a minha passagem pelo cancro da mama
sábado, 22 de outubro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Publireportagem
“A depressão dói, mas pode deixar de doer”: No caminho para que deixe de doer
Os sintomas físicos da depressão, como dores de cabeça, dores nas costas e nos ombros, dor crónica, mal-estar generalizado, dor muscular e dor abdominal, podem ser facilmente confundidos com outras doenças. Estes sintomas podem manifestar-se isoladamente dos sinais emocionais, durante anos, mascarando uma depressão.
Quanto à dor física, principalmente quando esta persiste durante anos, não respondendo ao tratamento convencional com analgésicos deve ser investigada pelo médico assistente.
Os indícios emocionais da depressão são sobejamente reconhecidos como a tristeza, pessimismo, falta de auto-estima, irritabilidade e desinteresse pelas actividades do quotidiano. No entanto, quando a única manifestação da depressão é a dor física, facilmente é confundida com outras doenças.
O diagnóstico atempado da depressão é o primeiro passo para controlar a doença. Nesse sentido, é essencial tratar os sintomas de uma forma global para que o doente atinja a remissão, de forma a recuperar a sua funcionalidade e qualidade de vida.
Procurar ajuda para combater a depressão
O primeiro passo para combater a depressão é o reconhecimento do estado de doença, através dos sintomas e sinais. Neste caso, o indivíduo deve procurar informar-se sobre a doença e consultar o médico de família ou o psiquiatra, explicando os sintomas que tem vindo a sentir nos últimos tempos.
O doente deve ter consciência de que a depressão é uma doença de um modo geral tratável e que cumprindo o tratamento acordado com o médico, voltará a fazer a sua vida como anteriormente, uma vez que os sintomas desaparecerão progressivamente. No entanto, é importante ter a consciência de que nas primeiras semanas de tratamento poderá sentir os efeitos secundários da medicação e que o efeito benéfico poderá demorar entre duas a quatro semanas a surgir.
Para ficar a saber mais pode ainda aceder ao site www.adepressaodoi.pt
Com o objectivo de alertar e esclarecer toda a população para os diversos tipos de depressão e desmistificar o estigma que ainda está associado a esta doença mental está a decorrer uma campanha nacional sobre a depressão: “A depressão dói. Mas pode deixar de doer.”. Com início em Lisboa, a unidade móvel de saúde vai continuar a percorrer mais cidades portuguesas.
Procurar ajuda especializada é fundamental para diagnosticar e tratar os sintomas emocionais e físicos associados a uma doença cuja prevalência está a aumentar em Portugal. Nesse sentido, a unidade móvel de saúde dá a conhecer, através de conteúdos interactivos simples e didácticos, diversos assuntos de interesse relacionados com a depressão: o que é a depressão, como se manifesta e quais os sintomas associados, o impacto no quotidiano familiar e profissional, visitar as regiões do cérebro envolvidas na depressão, visualizar pequenos filmes com situações de quadros depressivos e até de responder a um auto diagnóstico que pode ser impresso e posteriormente apresentado ao médico de família.
Lançada pela Lilly Portugal, o roadshow “A depressão dói. Mas pode deixar de doer.” conta ainda com o apoio de diversas sociedades científicas e associações de doentes nacionais, nomeadamente: Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental, Associação Portuguesa de Psiquiatria Biológica, Associação Portuguesa de Gerontopsiquiatria e Associação de Apoio aos Doentes Depressivos e Bipolares.
“No caminho para que deixe de doer” disponibiliza aos visitantes mais informação sobre uma patologia que na opinião do médico psiquiatra João Relvas, presidente da Associação Portuguesa de Psiquiatria Biológica, assenta sobretudo em «factores circunstanciais como as crises económicas e sociais, como a que vivemos actualmente e que podem ser factores adicionais que contribuem para o aumento da depressão».
Para António Palha, presidente da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental, «esta iniciativa tem o mérito de ter uma informação isenta sobre uma importante patologia psiquiátrica, a depressão. Um melhor conhecimento da patologia depressiva nas suas várias expressões sintomatológicas é de grande importância para o público em geral». Quanto à depressão em Portugal, sublinha ainda, que os números não são animadores: «Os últimos resultados do estudo epidemiológico nacional, coordenado pelo Prof. Caldas de Almeida, apontam para a prevalência de cerca de 7,9% de doentes com depressão em Portugal. Torna-se pois importante tomar medidas mais eficazes quanto ao acesso ao tratamento».
“No caminho para que deixe de doer” é o mote do roadshow que até ao final do mês de Outubro continua a percorrer diversas capitais de distrito. No camião, as pessoas poderão, através de conteúdos interactivos, perceber o que é a depressão, como se manifesta e quais os sintomas associados, visitar as regiões do cérebro envolvidas na depressão e responder a um auto diagnóstico que pode ser impresso para levar ao médico.
Entre as 9h e as 18h, pode ainda visitar esta unidade móvel nas seguintes cidades: Castelo Branco (14 e 15 de Outubro), Viseu (21 e 22 de Outubro) e Porto (28 e 29 de Outubro).
Para ficar a saber mais pode ainda aceder ao site www.adepressaodoi.pt
Quanto à dor física, principalmente quando esta persiste durante anos, não respondendo ao tratamento convencional com analgésicos deve ser investigada pelo médico assistente.
Os indícios emocionais da depressão são sobejamente reconhecidos como a tristeza, pessimismo, falta de auto-estima, irritabilidade e desinteresse pelas actividades do quotidiano. No entanto, quando a única manifestação da depressão é a dor física, facilmente é confundida com outras doenças.
O diagnóstico atempado da depressão é o primeiro passo para controlar a doença. Nesse sentido, é essencial tratar os sintomas de uma forma global para que o doente atinja a remissão, de forma a recuperar a sua funcionalidade e qualidade de vida.
Procurar ajuda para combater a depressão
O primeiro passo para combater a depressão é o reconhecimento do estado de doença, através dos sintomas e sinais. Neste caso, o indivíduo deve procurar informar-se sobre a doença e consultar o médico de família ou o psiquiatra, explicando os sintomas que tem vindo a sentir nos últimos tempos.
O doente deve ter consciência de que a depressão é uma doença de um modo geral tratável e que cumprindo o tratamento acordado com o médico, voltará a fazer a sua vida como anteriormente, uma vez que os sintomas desaparecerão progressivamente. No entanto, é importante ter a consciência de que nas primeiras semanas de tratamento poderá sentir os efeitos secundários da medicação e que o efeito benéfico poderá demorar entre duas a quatro semanas a surgir.
Para ficar a saber mais pode ainda aceder ao site www.adepressaodoi.pt
Com o objectivo de alertar e esclarecer toda a população para os diversos tipos de depressão e desmistificar o estigma que ainda está associado a esta doença mental está a decorrer uma campanha nacional sobre a depressão: “A depressão dói. Mas pode deixar de doer.”. Com início em Lisboa, a unidade móvel de saúde vai continuar a percorrer mais cidades portuguesas.
Procurar ajuda especializada é fundamental para diagnosticar e tratar os sintomas emocionais e físicos associados a uma doença cuja prevalência está a aumentar em Portugal. Nesse sentido, a unidade móvel de saúde dá a conhecer, através de conteúdos interactivos simples e didácticos, diversos assuntos de interesse relacionados com a depressão: o que é a depressão, como se manifesta e quais os sintomas associados, o impacto no quotidiano familiar e profissional, visitar as regiões do cérebro envolvidas na depressão, visualizar pequenos filmes com situações de quadros depressivos e até de responder a um auto diagnóstico que pode ser impresso e posteriormente apresentado ao médico de família.
Lançada pela Lilly Portugal, o roadshow “A depressão dói. Mas pode deixar de doer.” conta ainda com o apoio de diversas sociedades científicas e associações de doentes nacionais, nomeadamente: Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental, Associação Portuguesa de Psiquiatria Biológica, Associação Portuguesa de Gerontopsiquiatria e Associação de Apoio aos Doentes Depressivos e Bipolares.
“No caminho para que deixe de doer” disponibiliza aos visitantes mais informação sobre uma patologia que na opinião do médico psiquiatra João Relvas, presidente da Associação Portuguesa de Psiquiatria Biológica, assenta sobretudo em «factores circunstanciais como as crises económicas e sociais, como a que vivemos actualmente e que podem ser factores adicionais que contribuem para o aumento da depressão».
Para António Palha, presidente da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental, «esta iniciativa tem o mérito de ter uma informação isenta sobre uma importante patologia psiquiátrica, a depressão. Um melhor conhecimento da patologia depressiva nas suas várias expressões sintomatológicas é de grande importância para o público em geral». Quanto à depressão em Portugal, sublinha ainda, que os números não são animadores: «Os últimos resultados do estudo epidemiológico nacional, coordenado pelo Prof. Caldas de Almeida, apontam para a prevalência de cerca de 7,9% de doentes com depressão em Portugal. Torna-se pois importante tomar medidas mais eficazes quanto ao acesso ao tratamento».
“No caminho para que deixe de doer” é o mote do roadshow que até ao final do mês de Outubro continua a percorrer diversas capitais de distrito. No camião, as pessoas poderão, através de conteúdos interactivos, perceber o que é a depressão, como se manifesta e quais os sintomas associados, visitar as regiões do cérebro envolvidas na depressão e responder a um auto diagnóstico que pode ser impresso para levar ao médico.
Entre as 9h e as 18h, pode ainda visitar esta unidade móvel nas seguintes cidades: Castelo Branco (14 e 15 de Outubro), Viseu (21 e 22 de Outubro) e Porto (28 e 29 de Outubro).
Para ficar a saber mais pode ainda aceder ao site www.adepressaodoi.pt

quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Encontros
Encontros são emoções
Motivos de celebrações
São oportunidades não perdidas
É a mágica de vidas vividas.
Pode ser o som de uma gargalhada
Ou o choro de uma perda
Também uma maneira de festejar
De acolher, de receber,de doar.
O acaso favorece os encontros
A sorte também entra no contexto
São oportunidades a serem vividas
Momentos a mão se perder.
É o mistério a ser desvendado
É sentir o que é visível
É o conhecer
O falar e ouvir.
As trocas, o compartilhar
Os segredos a se revelar
É o olhar de outro ângulo
É o sofrer, o se encontrar.
Também é a despedida
O esperar pelo acaso
E o olhar fica perdido
E a esperança permanece.
Autor Desconhecido
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Buddha Eden ajuda luta contra o cancro da mama

Com o pagamento de 2,5 euros na entrada no Buddha Eden entre 7 e 31 de Outubro receberá uma garrafa de vinho JP Azeitão, e terá a oportunidade de contribuir para uma causa justa e solidária.
2011-10-14 | 09:02
Como abordar um animal vadio ou abandonado:
· Chame a atenção do animal, com um estalido de língua, um suave assobio ou falando-lhe calmamente.
· Não o assuste.
· Agache-se, de forma a ficar mais ao nível do animal e, lentamente, aproxime-se.
· Mantenha-se alerta e nunca se ponha de gatas. Tal posição dificultará a sua fuga caso o animal não esteja receptivo e resolva atacar.
· Nunca encurrale o animal num canto ou num beco, pois sentir-se-á em perigo e pode atacar.
· Quando estiver perto do animal, pare. A partir daí, deverá ser ele a aproximar-se de si. Fale-lhe num tom de voz suave e pode atirar-lhe comida.
· Atire a comida para o lado do animal, mas não directamente ao animal, o que poderia ser entendido como um ataque.
· Nunca olhe directamente aos olhos do animal por mais de um segundo. Os cães interpretam-no como sinal de domínio e de desafio.
· Não o ameace.
· Estique o braço e coloque a sua mão à disposição do animal, para que ele a possa cheirar. Para eles, cheirar é cumprimentar.
· Dê-lhe as costas da sua mão, com os dedos dentro da concha da mão. É menos ameaçador para eles e mais seguro para si, caso o cão ou gato decida morder ou arranhar.
· Um gato manso, depois de cheirar, irá esfregar-se na sua mão. E um cachorro simpático pode até lamber-lha.
· Se o seu ´convite` for aceite e eles forem cheirar a sua mão, vá-se aproximando com passinhos lentos e muito curtos.
· Nada de movimentos bruscos ou gritinhos de entusiasmo.
· Retire a mão apenas quando ele tiver terminado de a cheirar.
· Se ao aproximar-se de si, o cão rosnar e arreganhar os dentes, ou o gato eriçar o pêlo e se assanhar, mantenha-se calmo e vá recuando lentamente conforme puder.
· Os animais pressentem o medo e vão sentir-se donos da situação. Não deixe que tal aconteça, até porque estas demonstrações de agressividade podem apenas querer dizer que estão com medo de si.
· Não olhe nos olhos do animal e não corra.
· Se a aproximação e os ´cumprimentos` forem bem recebidos, pode ousar acariciar o animal, no cimo da cabeça, entre as orelhas. Coce-o devagarinho.
· Seja prudente e não descure o facto de haver partes do corpo onde alguns animais não gostam de ser tocados.
· Não deixe de lhe dirigir com voz suave.
· Mesmo aceitando que você não é uma ameaça, qualquer movimento brusco ou tom de voz mais forte pode deitar tudo a perder.
· Caso o animal tenha uma coleira com chapas de identificação, veja qual o melhor momento de as consultar para retirar os dados que possam informar acerca da morada e contacto do dono.
· Não leve as mãos directamente à coleira.
· Não o assuste.
· Agache-se, de forma a ficar mais ao nível do animal e, lentamente, aproxime-se.
· Mantenha-se alerta e nunca se ponha de gatas. Tal posição dificultará a sua fuga caso o animal não esteja receptivo e resolva atacar.
· Nunca encurrale o animal num canto ou num beco, pois sentir-se-á em perigo e pode atacar.
· Quando estiver perto do animal, pare. A partir daí, deverá ser ele a aproximar-se de si. Fale-lhe num tom de voz suave e pode atirar-lhe comida.
· Atire a comida para o lado do animal, mas não directamente ao animal, o que poderia ser entendido como um ataque.
· Nunca olhe directamente aos olhos do animal por mais de um segundo. Os cães interpretam-no como sinal de domínio e de desafio.
· Não o ameace.
· Estique o braço e coloque a sua mão à disposição do animal, para que ele a possa cheirar. Para eles, cheirar é cumprimentar.
· Dê-lhe as costas da sua mão, com os dedos dentro da concha da mão. É menos ameaçador para eles e mais seguro para si, caso o cão ou gato decida morder ou arranhar.
· Um gato manso, depois de cheirar, irá esfregar-se na sua mão. E um cachorro simpático pode até lamber-lha.
· Se o seu ´convite` for aceite e eles forem cheirar a sua mão, vá-se aproximando com passinhos lentos e muito curtos.
· Nada de movimentos bruscos ou gritinhos de entusiasmo.
· Retire a mão apenas quando ele tiver terminado de a cheirar.
· Se ao aproximar-se de si, o cão rosnar e arreganhar os dentes, ou o gato eriçar o pêlo e se assanhar, mantenha-se calmo e vá recuando lentamente conforme puder.
· Os animais pressentem o medo e vão sentir-se donos da situação. Não deixe que tal aconteça, até porque estas demonstrações de agressividade podem apenas querer dizer que estão com medo de si.
· Não olhe nos olhos do animal e não corra.
· Se a aproximação e os ´cumprimentos` forem bem recebidos, pode ousar acariciar o animal, no cimo da cabeça, entre as orelhas. Coce-o devagarinho.
· Seja prudente e não descure o facto de haver partes do corpo onde alguns animais não gostam de ser tocados.
· Não deixe de lhe dirigir com voz suave.
· Mesmo aceitando que você não é uma ameaça, qualquer movimento brusco ou tom de voz mais forte pode deitar tudo a perder.
· Caso o animal tenha uma coleira com chapas de identificação, veja qual o melhor momento de as consultar para retirar os dados que possam informar acerca da morada e contacto do dono.
· Não leve as mãos directamente à coleira.
Publicada por Quatro Patas e Focinhos
Os animais adultos são surpreendentes:
. Mais tranquilos, não ladram muito e não choram à noite;
. São mais obedientes por já terem uma capacidade de assimilação maior;
. São mais independentes, caso tenham que ficar sozinhos por algumas horas;
. Dificilmente destroem sapatos, móveis ou coisas dentro de casa;
. Aprendem a fazer as necessidades no local adequado com maior facilidade e velocidade;
. É mais fácil saber, antes de adoptar, se ele é quieto, brincalhão, se gosta de correr ou se é mais reservado;
. Você não terá dúvida alguma sobre o tamanho dele;
. Adaptam-se rapidamente ao ambiente e às pessoas da casa, incluindo as crianças;
. São mais atentos a chegada de pessoas; no caso de cães, defendem mais a casa;
. Serão amigos fiéis e eternamente gratos.
Os animais adultos são surpreendentes:
. Mais tranquilos, não ladram muito e não choram à noite;
. São mais obedientes por já terem uma capacidade de assimilação maior;
. São mais independentes, caso tenham que ficar sozinhos por algumas horas;
. Dificilmente destroem sapatos, móveis ou coisas dentro de casa;
. Aprendem a fazer as necessidades no local adequado com maior facilidade e velocidade;
. É mais fácil saber, antes de adoptar, se ele é quieto, brincalhão, se gosta de correr ou se é mais reservado;
. Você não terá dúvida alguma sobre o tamanho dele;
. Adaptam-se rapidamente ao ambiente e às pessoas da casa, incluindo as crianças;
. São mais atentos a chegada de pessoas; no caso de cães, defendem mais a casa;
. Serão amigos fiéis e eternamente gratos.

Da anemia à leucemia
Quando uma doença pode degenerar noutra
Sabia que a anemia pode degenerar em leucemia? Mais conhecidas por mielodisplasias, as síndromes mielodisplásicas estão entre as doenças mais frequentes da medula óssea, embora grande maioria da população desconheça a implicação dos seus sintomas.A anemia é um dos sintomas mais característicos deste tipo de patologias raras, que, em muitos casos, conduzem a um rápido agravamento do estado de saúde dos doentes e a evolução para a leucemia aguda de difícil controlo.
Mais agressiva que o cancro do pulmão, a doença afecta mais de 1000 portugueses e ocorre sobretudo em indivíduos acima dos 70 anos. Nos casos mais graves, a sobrevivência da pessoa após o diagnóstico poderá não ultrapassar os seis meses. Motivos de sobra para estar atenta aos sintomas.
domingo, 16 de outubro de 2011
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